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Clipping

12
Outubro 2017

Efeito é a alta dos preços



O Governo Federal já mexeu com o PIS e o Cofins este ano, mas apenas com os impostos que incidiam sobre combustíveis. Em julho, por meio de decreto, o presidente Temer estipulou aumento de R$ 0,41 no litro da gasolina, R$ 0,21 no litro do diesel e R$ 0,20 no litro do etanol. A ação ficou suspensa por um dia, devido a contestação judicial, mas a Advocacia-Geral da União conseguiu mantê-lo. No DF, imediatamente após o decreto, os postos inflacionaram o preço do litro da gasolina até R$ 4,20, o que motivou. Assim, o temor de que o reajuste no PIS e Cofins signifique novo aumento rondam as entidades ligadas ao setor e, principalmente, o consumidor do DF.

Oficialmente, o Sindicato do Comércio Varejista de Combustíveis e de Lubrificantes do DF (Sindicombustíveis- DF) não se manifestou sobre o tema, após ser provocado pela reportagem, até porque sem uma perspectiva concreta se os reajustes da alíquota sequer acontecerão, não conseguem fazer previsões. Como a medida do governo não teria impacto direto nos preços de combustível, a possibilidade de essa variação ser repassada ao consumidor é haver reajuste indireto por meio das revendedoras. Se os postos comprarem gasolina mais cara, consequentemente repassarão o aumento para quem abastece. Por esses e outros motivos, os empresários são contra a intenção da equipe econômica.

Em abril, representantes da OAB e da Fecomercio- SP, por exemplo, já haviam pedido a Rodrigo Maia que vetasse o assunto, e o sentimento geral não mudou. Sem certezas no cenário, um anúncio de ontem da Petrobras pode ser ummau preságio. Segundo a companhia, o preço da gasolina em12 refinarias da empresa sofreu aumento de 1,2%, ainda sem confirmação de possíveis impactos. PONTO DE VISTA A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (Fecomércio) é uma das entidades nacionais que tem se posicionado contra os reajustes pretendidos por Temer como solução de arrecadação. O representante do sistema no DF, Adelmir Santana, é enfático em sua crítica à proposta.

"O governo chama de simplificação da alíquota, mas significa, pura e simplesmente, aumento de impostos", critica. Para ele, a ideia da equipe financeira de tornar PIS/Cofins em uma cobrança monofásica e parcelada prejudica empresários com muitos funcionários. "É uma superposição de novos aumentos", diz, taxativo.


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